Mostrar mensagens com a etiqueta Motelx 2011. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Motelx 2011. Mostrar todas as mensagens

domingo, 24 de agosto de 2014

Mother's Day (2010)

Sinopse: Três irmãos criminosos voltam para casa... apenas para descobrir que a mãe perdeu a casa por falta de pagamento. No momento que os novos proprietários fazem uma festa, em choque os irmãos invadem a casa tornando todos reféns. 

Com a chegada da mãe torna-se óbvio que ela fará absolutamente tudo para proteger o seu lar. Lados serão tomados, segredos serão revelados e os pecados punidos enquanto os reféns tentam sobreviver à pior noite das suas vidas. Nem todas as mães são iguais.

Opinião: Um filme de Darren Lynn Bousman do qual eu tinha receio que fosse seguir a linha de Saw, não por não gostar mas porque estaria a saturar o género ainda mais. No entanto este filme é uma excelente surpresa.
A acção começa com um casal a dar uma festa na sua nova casa e em paralelo, três irmãos fogem de um assalto que corre mal e um deles acaba baleado. Ao chegarem à casa da mãe, percebem que já não é ela quem vive lá. Todo o resto da acção especialmente com a chegada da mãe, torna-se numa continua sucessão de momentos de tensão, desvendar de segredos e torturas psicológicas e físicas.
O ambiente excelente, actores muito bons com destaque para a espectacular interpretação de Rebecca De Mornay, a actriz do famoso filme de 1992 A Mão Que Embala O Berço.
Uma reviravolta final espectacular. Recomendo vivamente!


Nota: 8/10

domingo, 13 de janeiro de 2013

The Shrine (2010)


Sinopse: Depois de um jovem turista americano desaparecer misteriosamente na Europa, um grupo de jornalistas começam a investigar o seu desaparecimento e vão parar num remoto vilarejo na Polónia. Eles viajam para lá na esperança de esclarecer a história, mas quando eles investigam os segredos por trás dessa misteriosa vila, eles são subitamente perseguidos por locais hostis. Incapaz de escapar, eles logo se tornam as próximas vítimas de um ritual assustador e apavorante que ocorre nesta vila.


Opinião: Confesso que quando pus os olhos nesta sinopse pensei que vinha outro filme estilo Hostel. Não é exactamente a mesma coisa mas é extremamente semelhante.
Até à chegada à Polónia tudo se desenrola de forma muito normal e já batida em outros filmes de terror, mas depois disso a acção toma um contorno diferente. o ambiente é excelente e os actores também fazem um bom trabalho apesar dos habituais clichés. O que acho que vem a tornar este filme interessante é o facto de o visionarmos numa posição de defesa pois pensamos em todos os momentos que os locais da vila querem fazer mal aos estrangeiros mas será que é mesmo isso? Achei uma estratégia interessante a não-tradução dos diálogos em polaco pois só percebemos as conversas com o contexto em que as coisas vão acontecendo (excepto se soubermos polaco).
Aconselho vivamente. 

Nota: 7/10

domingo, 15 de julho de 2012

Stake Land (2010)

Sinopse: Martin era um adolescente como todos os outros antes do país colapsar num desastre político e económico. Uma epidemia que transforma as pessoas em criaturas vampíricas varre as cidades abandonadas, e tudo depende de “Mister”, um caçador de vampiros sem nada a perder, para que Martin consiga chegar em segurança ao Canadá, o novo paraíso da América do Norte.


Opinião: Stake Land é um filme apresentado no Motelx 2011, que infelizmente não tive oportunidade de visionar lá. E digo infelizmente por que este filme é excelente. Há muito tempo que andava a adiar em favor de outros filmes, sem saber que tinha aqui uma pérola.
Muitos poderão dizer que se trata de um filme pós-Apocalipse como O Renascer dos Mortos, 28 dias depois e outros do género e de facto não deixa de o ser com a diferença de este ser um filme inteligente. Não é outro "um grupo de pessoal que vai morrer um a um e no fim sobra o bonzinho". Este faz-nos reflectir nas condições e na sobrevivência de um mundo aterrorizado por uma "força do mal" que reduziu em muito a sua população. A forma com os grupos de sobreviventes, de uma forma geral, ficaram organizados (fez-me lembrar um pouco o Ensaio sobre a Cegueira, no aspecto do mais forte vs mais fraco) e tudo mostrado por uma dupla improvável, que torna o filme ainda mais interessante. Acção bem conduzida, bons cenários, uns "zombies-avampirados" bem conseguidos (por comparação a tantos outros) e a mais provável realidade de um mundo pós-Apocalipse.
Recomendo. Muito!

Nota: 9/10

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Outcast (2010)

Sinopse: Mary e o seu filho, Fergal, mudam de casa regularmente para despistarem Cathal, um homem perigoso cuja intenção é matá-los utilizando uma antiga prática de magia negra. A única defesa de Mary é utilizar a mesma magia para proteger o filho. Quando os habitantes da localidade para onde se mudaram começam a aparecer brutalmente assassinados por uma força desconhecida, o temor agrava-se. Será Cathal o responsável? A primeira longa-metragem do irlandês Colm McCarthy, realizador com currículo essencialmente televisivo, inspira-se no folclore da Irlanda para convocar um mundo de bruxaria e lobisomens misturado com um conceito de terror urbano muito característico das Ilhas Britânicas.


Opinião: Por ser mais um dos filmes apresentados no Motelx deste ano fiquei curiosa em visioná-lo. Também fiquei atraída pela sinopse apesar de à partida não estar à espera de um grande filme. De facto não é um grande filme, de um estilo muito próprio, como diz a própria sinopse, baseado num conceito de terror urbano.
A história não é má embora confusa. Tem algum gore, muitas vezes exagerado e as cenas não são muito convincentes, sejam as de horror como os diálogos entre actores. Tem também uma componente sexual muito alta que, pelo menos para mim, não gosto de ver em filmes de terror. Quanto aos actores também não são grande coisa excepto a actriz que faz de mãe de Fergal, Kate Dickie, que creio ser a única a conseguir ser convincente. A sinopse promete uns assassínios brutais e suspense mas não tem nem um nem outro. Dos assassínios só se ouve o som e o suspense para mim é zero.
Não é um grande filme, mas também não é tão mau assim se tivermos em conta que é um filme de estilo muito próprio e irlandês.

Nota: 4/10

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Little Deaths (2011)

Sinopse: “Pequena morte” (petite mort) é uma expressão francesa que define orgasmo e dá o título a esta colectânea de três curtas-metragens, em torno da temática sexo & morte. Em «House & Home», de Sean Hogan («Lie Still»), um casal realiza sádicos jogos sexuais com jovens mendigas inocentes, até que se cruzam com uma não tão inocente. «Mutant Tool», de Andrew Parkinson («I, Zombie»), acompanha os resultados de uma experiência com sémen de humanos mutantes criados pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial. «Bitch», de Simon Rumley («Red, White & Blue»), segue uma relação sentimental alternativa centrada em torno de uma rotina canina que certo dia perde a graça.

Opinião: Temos aqui um "filme" de hora e meia constituído por três curtas que rondam em muito a temática do sexo. Das três a minha preferida é a primeira curta em que um casal leva mendigas para casa para fazerem os seus jogos sexuais. No entanto esta mendiga é diferente das outras e bem estranha... Para os fãs do gore esta é a melhor curta.
A segunda curta metragem é também interessante, creio no entanto que perde e muito com o final que é péssimo. Cruza-se nesta curta a história de uma prostituta a tentar limpar-se dos seus problemas com a droga com um médico que continua experiências iniciadas pelos nazis. Esta acho que se aplica mais aos fãs do sádico doentio e perturbador...
A terceira curta, para mim, é a pior de todas. Uma história altamente parva e incredível mas que no entanto tem uns últimos 15/20 minutos interessantes. Não consigo associá-la a nenhum tipo de terror...
Todas estas curtas metragens tem grandes reviravoltas finais o que as torna apetecíveis. Aconselho a dar uma olhada pois, não sendo um filme, apresenta uma boa proposta de entretenimento para os fãs do género. É uma mais valia em termos de conhecimento.

Nota: 7/10

terça-feira, 13 de setembro de 2011

The Woman (2011)

Sinopse: Christopher Cleek, advogado e firme chefe de família, numa tarde de caça, cruza-se com uma mulher selvagem que habita nos bosques que circundam a sua casa. Cleek decide apresentá-la à família. Após uma série de assustadores encontros todos começam a perceber que há algo mais por detrás desta mulher e que por vezes o diabo se apresenta com um sorriso.

Opinião: Embora muitos digam que este filme não se trata exactamente de um filme de terror, considero que o é e um dos melhores que vi nos últimos tempos. Não tem muito gore a não ser na cena final, por isso quem procura um filme cheio de torturas e sangue infligido à The Woman, como a própria sinopse parece sugerir, vai sair muito desiludido. O terror chega ao público de forma muito psicológica e de uma maneira muito subtil, pois quando damos por nós estamos completamente absorvidos no que se passa naquela família.
Cleek, o chefe da família, ao caçar no bosque encontra uma mulher em estado selvagem e decide levá-la para casa para civilizá-la. Apresenta-a à família e distribui as tarefas de como todos deverão "cuidar" desta mulher. É aqui que nos apercebemos que há algo errado e disfuncional  pois as mulheres parecem viver num estado de apatia e de medo. Estando a mulher num estado selvagem e não compreender nem ter noção do que lhe estão a fazer, o seu sofrimento começa com o tentarem lavá-la, alimentá-la com talheres, vestirem-lhe uma roupa e mantê-la presa pelos braços e pernas.
Os actores deste filme são qualquer coisa de fenomenal com especial destaque para o pai que transmite na perfeição a disfuncionalidade do seu comportamento para com a família. Em certas alturas temos uns momentos de humor (negro a meu ver) que penso tenham sido criados para aliviar a tensão.
No festival Sundance houve um senhor que se levantou e acusou este filme de ser misógino: eu NÃO concordo. Acho que este filme pretende retratar um caso muito actual de violência doméstica, como existem homens que de facto tratam mulheres desta forma, como existem mulheres que vivem presas nesta vida e não conseguem sair e como esta atitude se pode perpetuar pelas gerações, que está bem patente no papel do único filho homem da família. O The Woman ao mesmo tempo que mostra cruamente esta violência, coloca a mulher selvagem num papel de heroína que vai "salvar o mundo". Prova que mesmo em estado selvagem, tem a noção do certo e do errado ao contrário dos filmes de terror normais em que a dicotomia é entre o bem e o mal. Ao mostrar um retrato de violência doméstica e ódio às mulheres, mostra a crítica ao facto disto existir utilizando a mulher selvagem para isso.

Creio que a cena final podia ter sido mais lenta e até violenta. As coisas acabam por se desenrolar muito rapidamente quando podiam ser mais bem exploradas e aproveitadas. Gosto também de uma dicotomia no final que mostra que é possível ser-se ainda mais selvagem do que a mulher selvagem e prova que ela tem um pouco de humanidade também. Como figura no poster do filme: "Not every monster lives in the wild"
Muito importante: antes de visionarem o filme, procurem o significado de anoftalmia (perceberão depois porquê).
Aconselho vivamente o visionamento, é um grande abre olhos para muitos.

Nota: 8/10

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Frozen (2010)

Sinopse: Um dia típico de esqui nas montanhas torna-se um pesadelo para três esquiadores que ficam presos num teleférico antes da sua última descida. Os responsáveis da estação desligam as luzes da pista e o trio apercebe-se, em pânico, que foram esquecidos. Com o horizonte aterrador de hipotermia e queimaduras de frio cada vez mais perto, os amigos são forçados a tomar medidas extremas para saírem da montanha antes de morrerem gelados.

Opinião: Frozen é um dos filmes apresentado no MOTELx 2011 que, apesar de tudo, eu não classificaria como filme de terror mas sim como thriller.

O filme inicia com dois amigos e a namorada de um deles que passam o dia nas montanhas a esquiar. A jovem ainda está a aprender a esquiar e, apesar da renitência do amigo, o namorado insiste em integrá-la no grupo. No entanto o problema maior do trio estava ainda para vir. Na última descida do teleférico, o empregado da estação desliga o teleférico julgando não haver mais ninguém. Quando os jovens se apercebem disto ficam em pânico pois a estância só voltaria a abrir dali a quatro dias. 
A partir daqui todo o filme se desenrola em torno das emoções dos jovens e das adversidades a que estão sujeitos. Aqui não temos assassino, não temos fantasma, não temos psicopata. Temos as adversidades climatéricas e os perigos que se escondem numa montanha. Não tem muito gore, é aliás muito pouco e é um filme que nos prende do princípio ao fim para saber o que vai acontecer com o trio.
É de louvar como de uma ideia tão simples se faz um filme tão tenso. Aconselho o visionamento especialmente a quem gosta de um terror mais light.

Nota: 6/10
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt1323045/

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

MOTELx - 7 a 11 de Setembro no Cinema São Jorge em Lisboa

Decorre esta semana, de 7 a 11 de Setembro, o Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, MOTELx.
Este é um evento a não perder para todos o que que apreciam o terror de uma forma geral e para quem tem uma preferência especifica nas suas variantes.

O festival oferece-nos possibilidades interessantes, como as curtas-metragens, discussões e a oportunidade de trocar umas palavras com realizadores e/ou actores do cinema de horror. 

Saliento este ano a presença de Eli Roth, realizador de Hostel e Cabin Fever e uma maratona da série The Walking Dead, quem não pode seguir na televisão, aqui tem uma excelente oportunidade de "por a escrita em dia".

A não perder, filmes como The Ward, Wakewood, Hostel, Cabin Fever, The Woman ou Frozen e uma sessão de discussão sobre o cinema de terror em Portugal.


Site Oficial: http://www.motelx.org/ 

O Festival teve a sua sessão de abertura com Troll Hunter de André Øvredal, esgotada.

domingo, 21 de agosto de 2011

The Violent Kind (2010)

Sinopse: Uma noite, numa fazenda isolada no norte da Califórnia, um pequeno grupo de jovens motociclistas e as suas namoradas são atormentados quando uma delas é selvaticamente possuída e um gangue de "Rockabillies" aparentemente de 1950, desce sobre eles para recolher o que está a crescer dentro dela.

Opinião: Por ser um dos filmes apresentados para o programa do MOTELx 2011, decidi visioná-lo embora à partida não estivesse à espera de grande coisa.
Pois este filme não serve para todos os gostos. Começa com uma cena de sexo (sem nudez) seguida de uma sessão de pancadaria grátis que começou de imediato por me desiludir. Nos primeiros vinte minutos de filme ficamos a conhecer o background da história e este gang de motards que se prepara para ir até uma quinta isolada para os anos da mãe de um deles onde já se fizeram grandes festarolas. Esta festarola recheada de bebida, strippers e alusões de foro sexual acaba com o grupo inicial (quando todos já foram embora) a encontrar uma das jovens que já havia abandonado a festa toda ensanguentada. Ao tentarem ajudá-la percebem que foi possuída por qualquer coisa. Até aqui tudo mais ou menos, o mais estranho vem depois. Uns motards estilo James Dean com duas pin ups chegam até à casa e perguntam pela jovem possuída. Depois de uma conversa que chega a roçar o ridículo, pouco esclarecedora e que a certa altura já é mais ficção científica que outra coisa (género que não aprecio).
Os actores são bons, tem gore muito bem feito, banda sonora que é tudo menos de filme de terror e peca na conclusão e consequente explicação do que na realidade se passa ali (podiam ter perdido mais tempo aqui)... Quem gosta de ficção científica e de filmes algo cómicos pode apostar neste porque faz essa mistura, juntamente com o terror. De resto não acrescenta nada de novo ao género, de The Butcher Brothers esperava bem melhor.

Nota: 4

sábado, 30 de julho de 2011

The Ward (2010)

Sinopse: Kristen é encontrada pela polícia, desorientada e amnésica, após ter incendiado a casa em que vivia. É levada para um sanatório, onde conhece outras jovens igualmente perturbadas. Após diversas ocorrências estranhas, Kristen convence-se de que o local está assombrado. Incapaz de convencer o pessoal médico da instituição, não desistirá de provar a sua teoria ao mesmo tempo que luta pela vida das companheiras de ala e pela sua própria.


Opinião: Uma vez que se trata de um filme de John Carpenter que por sua vez já não nos presenteava como uma longa metragem há 10 anos, a expectativa era mais do que grande, ainda para mais quando o mesmo vai ser apresentado no MOTELx 2011. O facto é que o filme deixa um pouco a desejar se tivermos em conta a obra do mestre em filmes como Halloween ou The Fog.
A história começa com Kristen, uma jovem que acaba de pegar fogo a uma casa isolada, que é levada para um hospital psiquiátrico onde conhece outras jovens, cada uma delas com características especiais, e onde ela própria se sente lúcida e sem saber o motivo da sua estadia ali. Os primeiros 60mn de filme são muito parados mas nota-se, no entanto, a mestria de Carpenter na criação do ambiente certo, o fazer o espectador sentir exactamente o que se deve sentir num local como aquele. Os aparecimentos do fantasma que assombra aquela ala estão no mínimo brutais. O restante do filme já toma um ritmo bem mais animado que parece querer recuperar a energia que não houve de início. Aqui gore tem pouco ou nada mas compensa na tensão especialmente no final do filme.
construção das personagens está muito boa embora a personagem de Kristen pudesse ser mais aprofundada. Tenho a noção no entanto que a ideia não seja aprofundar esta personagem tendo em conta a reviravolta final do filme. Confesso que não estava à espera deste final que apesar de não ser nada de espectacular consegue surpreender e muito pela positiva. A acção, história, evolução do filme estão excelentes embora, volto a salientar, não seja nada de especial e estivesse à espera de bem mais do mestre.
Um filme bom que me parece mais de um realizador a querer imitar Carpenter do que dele mesmo.

Nota: 6/10

Estreia em Portugal: 08 Setembro 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Wake Wood (2011)

Sinopse: Ainda de luto pela morte trágica da sua única filha, Alice, o veterinário Patrick e a farmacêutica Louise mudam-se para a remota e pequena Wake Wood, onde um culto pagão local lhes concede mais três dias na companhia de Alice. Mas há uma questão que se coloca: o que farão quando for altura de Alice regressar ao outro lado?


Opinião: Depois do trailer e do que já tinha lido sobre o filme em vários sites, a expectativa era grande. Estava de facto à espera de um filme bastante bom, no entanto não é assim nada de extraordinário embora tenha gostado bastante.
O início do filme fez-me lembrar o início de Les Sept Jours du Talion, que mostra primeiramente a típica família feliz para depois se abater a tragédia. A menina sai de casa em direcção à escola e é atacada por um cão que literalmente lhe come um bocado do pescoço, isto logo nos primeiros dez minutos o que se torna por si só suficiente para nos prender à acção. Na cidade de Wake Wood passam-se coisas muitas estranhas apenas visíveis aos olhos dos habitantes e das quais Louise, a mãe da menina, se começa a aperceber. É então que surge ao casal a possibilidade de trazer a filha de volta à vida por três dias para se poderem despedir. Mas há qualquer coisa de errado com a menina…
Sendo um filme de baixo orçamento até tem cenas gore muito interessantes, os actores não são maus embora as personagens sejam pouco aprofundadas e a menina porta-se mesmo muito bem tanto como filha inocente, como filha demoníaca, mesmo não chegando aos pés de Esther em The Orphan. O ambiente criado no filme está excelente pois existem momentos que mesmo não sendo assustadores, conseguem pôr-nos o stress à flor de pele e o final está mesmo muito psycho.
Não é um filme brilhante mas é uma hora e meia bem despendida.

Nota: 6/10